Thayna Meirelles por eu mesma... ;-)

 
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Sem dúvida a palavra mais coerente para definir-me é idealista. Sou uma sonhadora nata, daquelas em que a esperança não morre, porque me apego ao lado bom das pessoas e das coisas.

Professora e Educadora de formação, hoje facilitadora de processos que promovem desenvolvimento pessoal e transformam relacionamentos.

Há aproximadamente 7 anos, iniciei uma jornada de transformação e autoconhecimento através do desenvolvimento da empatia e da escuta ativa. Neste caminho, me livrei de muitos preconceitos, comecei a questionar os “padrões sociais” que havia aprendido durante a vida, me conheci melhor e me permiti enxergar verdadeiramente o outro e aceitá-lo como pessoa única. A partir de então, decidi trilhar um caminho de vida pela promoção da AUTENTICIDADE e EMPATIA.

Atualmente, caminho através do autoconhecimento, da vulnerabilidade, do cuidado e da Comunicação Não-Violenta para viver com autenticidade e promovê-la, cultivando confiança, conexão e relações mais verdadeiras, em todos os ambientes. Familiarizada com a linguagem da resolução de conflitos, decidi encarar este grande desafio em um mundo onde as pessoas parecem discordar cada vez mais, trabalhando a favor de uma mudança de paradigma da punição para a auto-responsabilização.

Declaradamente (e corroboradamente) otimista e “energética”, meu maior dom, dizem por aí, é o de conectar e entusiasmar as pessoas falando sobre as coisas nas quais acredito. Além disso, escrevo, danço e canto, e não sei o que mais gosto de fazer entre todas estas coisas!

 

Minha trajetória profissional e transição de carreira

Na adolescência sonhei em ser cientista por uma ânsia em compreender os mistérios da vida. Aos 17 anos, escolhi a biologia porque acreditei que seria o caminho ideal para contribuir e me sentir útil. Professora e Educadora de formação, acredito que a melhor maneira de "salvar o mundo" é fomentar e desenvolver a confiança e a colaboração!


Como me tornei facilitadora de Comunicação Não-Violenta?

Professora e Educadora de formação, acredito que a melhor maneira de "salvar o mundo" é fomentar e desenvolver a confiança e a colaboração!


O que estou fazendo agora?

Professora e Educadora de formação, acredito que a melhor maneira de "salvar o mundo" é fomentar e desenvolver a confiança e a colaboração!


Quer saber mais sobre mim, o que se passa na minha cabeça e como eu quero apoiar a transição do mundo para um lugar melhor?

Leia um pouco do que eu escrevo...

Além de ser de esquerda, eu sou do samba e sou da Umbanda. 

... Agora estou triste, abalada, muito emocionada, em choque, com os olhos ardendo e a cabeça doendo, além de muito feliz pelas mensagens que recebi de colegas e alunos (por isso já chorei muito). Que controverso, não? Não, não é… Pessoas são pessoas e são diferentes. Agem, reagem, pensam, julgam e sentem diferente… E na maioria das vezes, não medem o peso que as palavras que pronunciam podem ter sobre a vida de outro ser humano. Os colegas que se queixaram de mim, tenho certeza que não se sentem felizes e realizados agora. Acredito que apenas sentem medo, e por isso agiram como agiram ao queixar-se e sobretudo ao submeter-se. Leia mais.

O que é fundamental para que possamos colaborar?

Desde que comecei a me envolver no mundo da colaboração (leia-se Economia Colaborativa, relações de horizontalidade, etc.) ouço que o mais importante de todo este movimento são as PESSOAS. Tudo está baseado na confiança que (re)estabelecemos entre nós e na maneira que escolhemos para nos relacionar e interagir com as outras pessoas, passando pelo ideal de construção de comunidade(s). Tá… mas, o que é mesmo que estamos fazendo para estabelecer esta tal confiança, tão fundamental para que a colaboração seja efetiva? Leia mais

A dificuldade de se comunicar de maneira autêntica nos nossos relacionamentos.

Alguns de vocês que me conhecem já sabem que destoo um pouco do comum quanto ao relacionar-me… e as vezes sou tida por demasiado complexa ou “profunda”, mais ou menos num sentido filosófico, embora eu realmente defenda que não deveria existir nada mais simples e desejável do que viver relações autênticas e co-construídas. Na verdade, já há algum tempo, não consigo enxergar outra possibilidade de relacionar-me, como ser humano que sou com o ser humano que você é. Leia mais.